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Por que Yayá?

Toda vez que apresentamos a agência em uma reunião ou evento, o nome Yayá causa reações. Positivas ou negativas, mas nunca indiferentes.

Isso é bom: quando, há sete anos, decidimos nos chamar Yayá, tínhamos intenções bem claras. E uma delas era passar bem longe da mornidão da indiferença.

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Primeiro, a história: com mais de 10 anos de mercado, nós tínhamos um nome que era simplesmente ruim: CDLJ Publicidade.

Em um surto de auto-franqueza, percebemos que era absurdo uma agência de publicidade ter um nome tão pouco criativo. Uma sigla, um dos clichês mais batidos da profissão. Faltava representatividade.

Mas entre encontrar o erro e descobrir o caminho do acerto, há uma longa estrada. O processo de escolha de um novo nome foi longo e cansativo. Queríamos algo criativo, descolado e inovador. Ao nosso redor, o oceano vermelho de um mercado saturadíssimo de nomes extravagantes.

O nome precisava, além de ser agradável em termos estéticos, transmitir uma identidade que dialogasse com os rumos que queríamos dar ao negócio. É poesia, mas também é mercado.

Entre os 3 sócios, mais de 200 opções foram levantadas. Muitas bateram na trave.

Por muito pouco – muito pouco mesmo – não nos chamamos Surya Comunicação (“Surya” é sol em sânscrito, e a gente já tinha clareza que queria um ar “solar” para o nome da agência… sim, as discussões foram muitas).

Algumas coisas nós já tínhamos muito claras: não queríamos um nome que fosse em outro idioma. Em geral, isso soa meio brega. Arrogante mesmo. O oposto de tudo que acreditamos. Somos mais valorizar as raízes.

Aqui, a gente acredita em parcerias frutíferas, de longo prazo.
De mãos dadas com o cliente. Nunca acima, nem abaixo.
De mãos dadas. Verdadeiramente parceiros.
Aliás, “parceria” é uma palavrinha bem gasta, mas, se tomada ao pé da letra, define o que a gente gosta de fazer.
Aqui, o “tamo junto” é muito mais que força de expressão.

E eu, particularmente, sempre me incomodei com nomes de agências que parecem colocá-las em um outro patamar em relação aos clientes.

Queríamos um nome que fosse um aconchego. Que gerasse um carinho.

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Nós somos baianos.
E somos orgulhosos de nossa origem.
Ao mesmo tempo em que há uma baianidade caricata, esculhambada, que há muito prospera por aqui, existe uma baianidade da Excelência Criativa.

Caymmi. Carybé. Jorge Amado. Pierre Verger. Mãe Stella.
Quanta riqueza! Quanta criatividade!

E o mais legal de tudo isso é que todo esse talento, como pedras atiradas em um lago, emanam ondas que reverberam até hoje em nosso jeito.

Somos produto da tropicália de Gil e Caetano. E também do Baiana System.
Da qualidade técnica de Luiz Caldas e Armandinho, mas também de Larissa Luz, Luedji Luna e Baco Exu do Blues.

Não somos apenas criativos: somos criativos da Bahia.
E, como diz Baco: só nós podemos fazer essa nossa arte.

Queríamos essa essência em nosso nome.
Queríamos um nome descaradamente baiano.

Isso nos fez delimitar melhor a busca pelo nome.

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A comunicação de massa mudou enormemente.
Antes, o fluxo se dava sempre via Broadcast. Uma marca falando para vários.

Hoje, ninguém fala sozinho.
E parcelas inteiras da população passaram a participar do debate.
Ouvir e ser ouvido. Escutar e reagir.

Isso torna a tarefa de fazer comunicação de massa ainda mais difícil. Se você tem uma marca e deseja falar com muita gente, você precisa tomar muitos cuidados.

E isso não é ruim de forma alguma.

Nós acreditamos que as agências de comunicação do futuro precisam ajudar as marcas a serem publishers. Precisamos auxiliá-las a falar com as multidões de maneira plural, ampla e aberta. Precisamos ser responsáveis no trato com públicos de interesse.

Todos os públicos. Todas as vozes. Sobretudo as menos ouvidas.

Quando pensamos na Yayá, um nome que causa uma ternura quase imediata, encontramos uma solução, mas também um compromisso.

Yayá, nossa marca, é uma mulher negra.
Mais que representação da Bahia: representatividade.

Queremos estar próximos das marcas na construção de uma comunicação mais plural, inclusiva e relevante para todos os públicos. É parte de nossa essência e nosso compromisso.

E, por isso, somos Yayá.