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O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) é um órgão colegiado, integrado pelo poder público, sociedade civil e empresas usuárias de água, que tem por finalidade realizar a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos da bacia hidrográfica do Rio São Francisco.

Desde 2010 o Comitê gerencia a cobrança do uso da água do rio em toda a extensão da bacia, com 505 municípios, influenciando a vida de cerca de 19 milhões de pessoas, o que representa aproximadamente 9% da população Brasileira.

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Diante dessa realidade e da necessidade de estruturar o seu processo de comunicação institucional, a Yayá Comunicação, por meio de processo licitatório realizado em 2012, se tornou a empresa responsável pelo desenvolvimento e implantação do Programa de Comunicação Social do Comitê, e entre os principais objetivos desse programa, destacam-se:

a)tornar o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco conhecido e reconhecido pela sociedade brasileira, como uma referência institucional que promove de forma democrática e participativa a gestão dos recursos hídricos.

b) reportar a todos os públicos interessados o destino dos recursos obtidos pela cobrança do uso da água e os benefícios promovidos em prol da bacia. Considerando neste universo o público Governo, nas suas três esferas (Municipal, Estadual e Federal); o público indústria (usuários da agua) e a sociedade civil organizada.

Em seu primeiro ato como gestora da comunicação do Comitê, a Yayá Comunicação buscou o mapeamento e a identificação dos públicos alvos (stakeholders) e meios adequados para a implantação de um sistema de comunicação social amplo, informativo e relevante para cada um desses públicos. Foi estruturado um planejamento estratégico de comunicação integrada, envolvendo ações de publicidade, relações públicas, assessoria de imprensa e marketing, buscando posicionar a imagem do Comitê como o órgão que articula e gerencia as demandas das comunidades localizadas ao longo da bacia do São Francisco (população em geral, pescadores, indústrias, irrigantes, comunidades quilombolas, povos indígenas e as três esferas do poder público).

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Produtos, conteúdos e meios foram, certamente, definidos em razão do perfil institucional do Comitê e dos seus públicos-alvo. No trabalho de mobilização social das comunidades, um conjunto amplo de ações foi empreendido para dar publicidade ao Comitê e suas ações, e ampliar as fronteiras do seu perfil de gestão participativa, a partir da definição de mix de soluções em comunicação que serviram para estabelecer um fluxo constante e perene de informações sobre tudo que vêm sendo implementado em toda a extensão geográfica da bacia.

Cabe citar algumas frentes de atuação, tais como: o desenvolvimento de um portal (web site) com atualização diária que em 2015 atingiu 135 mil visitas; as redes sociais onde a página do Facebook já atingiu 37 mil curtidas em 2 anos; a edição é boletins eletrônicos que são quinzenais; a edição de jornal mensal impresso com tiragem de 10 mil unidades, com oito páginas; e da revista semestral com tiragem de 20 mil unidades. Tanto o jornal impresso quanto a revista são enviados por mala direta em um sistema de logístico atingindo 10 mil pessoas diretas entre membros do CBHSF, imprensa e formadores de opinião.

Por outro lado, o trabalho de assessoria de imprensa, introduzida desde o primeiro momento, vem acumulando referências e matérias publicadas nos principais canais de mídia do país, incluindo veículos como Rede Globo, Folha de São Paulo e Estadão. O espaço obtido por essa mídia espontânea já ultrapassa a marca dos R$ 4 milhões (cálculo conhecido como “centimetragem por noticia”).

Por meio de ações em redes sociais, sobretudo o Facebook, o Comitê vem conseguindo disseminar uma série de informações sobre educação ambiental e sustentabilidade, obtendo níveis significativos de engajamento e repercussão. De modo semelhante, o site do Comitê (desenvolvido e mantido com produção de conteúdo, monitoramento e planejamento de SEO – search engine optimization – da Yayá Comunicação) transformou-se em um polo de informações sobre as atividades do Comitê e sobre o rio São Francisco em si, atingindo a primeira página no site de buscas google.com, quando o assunto pesquisado é Rio São Francisco (somente perdendo para a Wikipédia). Mais de 10 mil visitas e cerca de 50 mil pages views mensais atestam: hoje, podemos afirmar que o CBHSF se tornou uma referência relevante na web.

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A Yayá Comunicação ainda roteirizou e produziu um documentário institucional sobre o Comitê, que apresenta as suas atividades para os públicos interessados.

Em 2014, a Yayá desenvolveu o primeiro ano da campanha “Eu viro carranca pra defender o Velho Chico”, marcando o Dia Nacional de Mobilização em Defesa do Rio São Francisco – Dia 03 de Junho. A mobilização contou com atividades em toda a extensão da bacia que percorre Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas e mais o Distrito Federal. Uma das referências do êxito da campanha foi o cálculo de centimetragem, avaliando o impacto financeiro da mídia espontânea. O resultado rendeu visibilidade e, principalmente, credibilidade à campanha. Desta forma em 2015 foi organizado o segundo ano da Campanha. A valoração da centimetragem ao longo de 60 dias de ações foi de R$ 500 mil em 2014 e de R$ 780 mil em 2015. Foi destaque ainda o site, que em meses normais, sem campanha, tinha de acesso entre quatro e cinco mil visitas. No entanto, nos dias da campanha, entre 12 de maio e 5 de junho, o número de visitas chegou a um crescimento de 495%. No Facebook, durante a campanha, a fanpage do CBHSF deu um salto de 212%.

Salienta-se o fato de que o CBHSF nunca, até antes de 2012, teve um planejamento e uma sistemática de ações de comunicação social e este é um motivo de orgulho para a Yayá Comunicação, que ao longo destes 4 anos de atendimento a conta vem tornando notória a imagem do comitê e vem mobilizando a população em prol das causas do Rio São Francisco.